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Ser mãe: O papel da minha vida
Sexta-feira, 29 de Outubro de 2004
Onde é o botãozinho para desligar?
É tão bom deixar a bebé no infantário sem qualquer sentimento de culpa. Não pensei que fosse possível. Mas a M. adora MESMO ir para a escolinha! Porta-se bem, come bem, dorme bem e brinca muito. Quando chego faz-me uma grande festa mas, se fico por ali, pede para voltar para o chão para ir brincar.
Não sei se todos os bebés são assim mas tem uma energia que às vezes parece inesgotável. Às vezes penso que seria óptimo encontrar o botãozinho para desligar mas no minuto seguinte estou a rir com a diabrura, a teimosia, a marotice ou a brincadeira.

Enche-nos a casa e o coração.

PS.
Tentei recolher o xixi da bebé em casa, como me disseram ontem lá na clínica. Mas não consegui. O saquinho descola. Resolvi que na terça de manhã vou a outra clínica para fazer a análise. Mais uma manhã de trabalho perdida...


publicado por Motherblog às 11:23
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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2004
Odeio gente incompetente!
A médica pediu para fazer à bebé uma análise à urina para ver se há alguma infecção urinária que lhe possa tirar o apetite. Em princípio não terá nada mas quer ter a certeza.

1 - O pai foi ao centro de saúde pedir a credencial. Voltou para trás de mãos a abanar, depois de ter estado na fila quase uma hora. Disseram-lhe que tinha de ir à 8.00 horas da manhã para deixar o pedido e levantar no dia seguinte a partir das 10.00 horas. «E não posso deixar agora e levantar amanhã?» Não. Só aceitam os pedidos logo às 8.00 horas.
2 - Fomos fazer a análise na privada para não perdermos duas manhãs de trabalho... Com antecedência fui à clínica perguntar como era feita a análise e quanto custava. «Pomos-lhe uma fraldinha especial e custa à volta de 12 €». OK
3 - Hoje, eram 8.00 horas estava na clínica para fazer a análise. Chuva, frio e a bebé levantada antes da hora. Paguei e esperei a minha vez. Entrei. Perguntaram-me pelo saquinho. «Qual saquinho?» Explicaram-me que tinha de ir à farmácia comprar uns saquinhos próprios para as análises dos bebés. Nem queria acreditar! Peguei na bebé e voltámos para a chuva à procura da farmácia de serviço.
4 - Farmácia de serviço: «Não temos, não sei o que é.» Esperei dentro do carro até à hora de abertura das outras farmácias. (Que sorte, tenho carro.) Telefonei para uma clínica onde fazia análises quando estava grávida e disseram-me que, CLARO, eles é que forneciam os saquinhos e colocavam e tratavam de tudo. Mas eu já tinha pago na outra! Na primeira farmácia a que fomos estava esgotado, na segunda lá consegui. Voltei à clínica.
5 - «Então pôs creme na bebé?» Alguém me tinha avisado???????? De que é que serviu ter lá ido uns dias antes perguntar o que era necessário? Incompetência...
6 - Limpei a bebé com dodots e lá colaram o saquinho. Pus-lhe a fralda. Esperei, esperei, esperei.
7 - Quando fui ver, já o saquinho tinha descolado e o xixi tinha vindo por fora. Nada! Disseram-me para fazer amanhã de manhã em casa e ir depois lá entregar.

Na recepção disse-lhes que deviam saber informar as pessoas do que é necessário para este tipo de análises. Ficaram todas enxofradas. Não sabem fazer o trabalho delas e eu perdi a manhã de trabalho e amanhã será nova odisseia. A bebé andou ao frio e à chuva e amanhã andará novamente.

Será normal? Será que seremos perseguidos pela incompetência dos outros toda a vida? Sem fazer nada?


publicado por Motherblog às 12:49
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Terça-feira, 26 de Outubro de 2004
...
Mat.JPG


publicado por Motherblog às 12:57
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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2004
De volta ao colégio
narizdefora.JPGHoje já a levei para o colégio. Ía a dormir no carro. Chegámos à porta tirei-a do carro e ela abriu os olhos. Vinha a Irmã a chegar ao portão para abrir. A bebé olhou em volta, apercebeu-se de onde estava e começou logo a rir.Ficou ao colo da Irmã, dei-lhe um beijinho, olhou para mim e voltou a centrar atenções na Irmã. «Até logo bebé, porte-se bem.»


publicado por Motherblog às 09:50
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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2004
O bebé tem dói dói
Está doente. Aliás, estamos todos.
Fomos à médica. Otite. Já está a tomar antibiótico.
Tadinha da minha pecanininha.


publicado por Motherblog às 10:00
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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2004
O DIA-A-DIA DE UMA MÃE TRABALHADORA - II PARTE
Gosto muito do meu trabalho (uns dias mais do que outros, claro) mas, posso dizer, que me sinto realizada. O dia passa num instante. O horário ainda é reduzido e às 15.30 h estou na rua. (Esta benesse está mesmo quase a terminar. Ooooooooh!)
Estou sempre desejosa de chegar ao infantário para saber como foi o dia. Até agora nunca fui a lado nenhum antes de a ir buscar. Que saudades! Vou no carro a pensar onde vamos passear hoje. Tenho de aproveitar estes últimos tempinhos de horário maravilha e tempo razoável para levar a bebé a passear. O programa de fim de tarde varia: passeio no parque, brincar na relva, baloiços, ver os pombinhos e os patinhos, visitar o avô ou as primas, lanchar na bivó, passear com a avó, ver o mar...

Chego ao colégio e forço um "boa tarde" a quem abre a porta desejosa de voar lá para dentro para ver onde anda a piolha. Recebe-me com um sorriso magnífico! Fico cheia. Feliz, realizada. É magnífico. Colinho. Miminho à mãe. Brinco um pouco com os outros bebés que, quando ouvem a campainha correm todos a gritar pela mãe. Devem ficar desiludidos quando me vêem mas não demonstram nada. São tão queridos. Realmente não há nada no mundo melhor que as crianças.
Pergunto às educadoras como foi o dia, a comida, a sesta, as fraldas. Tudo bem. Vamos passear. Se não dormiu bem à tarde adormece logo no carro. O meu anjinho. Passo-lhe a mão pelos cabelinhos cada vez mais clarinhos. Se vai acordada cantamos, imitamos os animais e conversamos. A-ah, a-ah, a-ah é uma cantilena que aprendeu. Pega nos brinquedos e vai distraída. Não há assoalhada em casa ou banco do carro que não tenha um brinquedo. E já sei quais são os favoritos, quando quer a música do palhacinho, ou morder o plástico da joaninha.
Chegamos a casa já o pai lá está (às vezes ainda conseguimos passear com o pai). Grande sorriso quando o pai abre a porta. Salta logo para o colo dele e vão brincar para a sala.
Eu vou arrumar as tralhas do colégio e preparar o dia seguinte: sopa, fruta, lanche, o nosso jantar a roupa do dia seguinte, etc. O pai prepara o banho, dá banho e pede o jantar da bebé. (Quando o pai está mais cansado trato eu dela, mas é raro). Oiço-os brincar enquanto faço o jantar. Às vezes vou fazer de palhaça para a sala para a distrair enquanto o pai tenta enfiar-lhe mais uma colherita de sopa. Jantamos.
Temos uns livros novos. Ontem estivemos a ver um livro antes do ó ó. Tão gira. Gosta tanto. E depois pede para voltar atrás e vou-lhe explicando tudo e cantanto musiquinhas inventadas com o nome das coisas que lhe mostro. Começa a fechar os olhos. Deito-a ao meu lado no sofá. Fica. Adormece. Vou pô-la na caminha. Boa! Ainda não são 22 h.

Pai e mãe finalmente sossegados. E felizes.


publicado por Motherblog às 10:37
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2004
O DIA-A-DIA DE UMA MÃE TRABALHADORA - I PARTE
O despertador toca às 7.00 h, de pois de uma noite de sono que às vezes podia ser melhor - mas agora já não me queixo porque a pirolita desde que entrou para o infantário dorme a noite toda. Antes do despertador tocar já os gatos se passeiam em cima de mim a pedinchar o pequeno-almoço. Mas volto a adormecer ao som do ronronar. Lá vou eu! Correria pela casa em pezinhos de lã para não acordar a bebé antes do tempo. Os rituais de manhã já estão tão mecanizados que nem penso no que estou a fazer, ainda permaneço num estado de meio adormecimento. Só quando entro na cozinha é que acordo mesmo para preparar o biberon e guardar na pequenita lancheira o almoço da cachopa. Quando levo almoço para o trabalho, faço também o meu saco.
Entro no quarto dela, acendo a luz do candeeiro pequeno e, há dias, em que nem acorda. Pego-lhe e dou o biberon em silêncio. Quando está a dormir come melhor. Nos dias em que acorda, como hoje, senta-se logo na cama e estica os bracinhos para mim. «Bom dia bebé, dormiu bem?» Beijinho. Olha para o biberon e pede cheia de fome.
Agora, que começa a estar frio, custa-me imenso mudar-lhe a roupa. Deito-a no troca fraldas, troco a fralda e visto-lhe a roupa que preparei no dia anterior (que às vezes troco até achar que está linda). Nos dias em que está mesmo a dormir custa-me ter de a incomodar e vestir. Coitadinha. Parece um anjinho quando está a dormir. Ontem nem lhe vesti as jardineiras porque dão mais trabalho a vestir e ela queria dormir. Acabou por ir com umas calças de tecido polar. Hoje já levou as jardineiras, se bem que me pareça estarem a ficar pequenas. Será? Tanto o pai como eu achamos que ela deu um pulo, que está maior. Espero que sim. Chucha, tralhas, sacos, bebé. Olho para o relógio, quase 8.00, vamos embora.

Bebé no braço esquerdo apoiada na anca, sacos e chaves no direito. Onde é que deixei o carro? Cadeirinha (ainda ovinho porque a bebé ainda não tem 9 quilos), brinquedos, música do palhacinho, sacos para o banco de trás e lá vamos. Paragem na estação para ir buscar uma amiga que vai connosco todos os dias. Trânsito, trânsito, uns dias piores que outros mas todos bastante maus. Lá vai mais um a meter-se pela faixa do Bus para chegar primeiro, e outro a ultrapassar pela direita. O costume. Eu deixo-os ir e passar e quando se querem meter à minha frente metem. Paciência. Vou estar a stressar logo de manhã? Vão lá que chegam mais depressa. Eu vou calmamente à velocidade dos engarrafamentos sem mudar de faixas sem motivo.
Desvio para deixar a Matilde no infantário. Tuca, tuca direita, esquerda, direita, direita. Olha o autocarro, cuidado com essa que quer virar à esquerda. Mochila, lancheira, bebé. Tocamos à campainha. «Bom dia, cá estamos. Olha filha já chegou a Catarina. Até logo.» Beijinho. Penduro as coisas no cabide dela. Seguimos viagem. E agora é que o trânsito está horrível! O que vale é que a conversa é animada e a Guerra dos Sexos na RFM ajuda bastante.
A Ana fica pelo caminho e eu sigo para o parque para estacionar o Fidalgo (nome que demos ao meu popó, a propósito de um filme). E lá vou eu com as chaves do gabinete a tilintar. «Bom dia». Tiro o meu cafezinho e toca a trabalhar que há muito para fazer.

Quando me sento na minha secretária já o dia vai longo. E ainda agora começou...


publicado por Motherblog às 18:12
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Terça-feira, 12 de Outubro de 2004
A hora do banho
O banho deixou de ser uma hora de alegria e brincadeira para começar a ser uma fita e uma luta para estar sempre de pé. Tenho de arranjar as estratégias mais mirabolantes para conseguir que se sente e se distraia. Agora é o "Pipas, na hora do banho" que consegue fazê-la sentar um bocadinho. O bocadinho pequeno apenas para tirar o champô. Será que tem frio? Será que não gosta da banheira grande?


publicado por Motherblog às 14:47
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LINDA!
As noites continuam a ser magníficas.


publicado por Motherblog às 09:27
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2004
Relatório ao final do dia
Rosa: Já está ambientada.
Eu: Ah, sim, como se portou hoje? - todos os dias trago o relatório completo.
Rosa: Brincou de manhã, comeu tudo ao almoço sem chorar, ficou na cama e dormiu do meio dia às três horas.
Eu: E não fez birras...?
Rosa: Nunca faz. Quer é estar no chão a brincar com os outros meninos.
Eu: E o lanche?
Rosa: Bebeu o leite quase todo.

Quando me viu à porta veio a gatinhar e a rir alto toda satisfeita. É a mamã!
«Vamos a casa da avó. O tio Ricardo faz anos e temos de lhe ir levar a prenda.»

Parabéns primo!


publicado por Motherblog às 22:07
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